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CARTÕES JÁ ESTÃO BARRANDO CLIENTES NAS SALAS VIP — E MOTIVO VIRA PESADELO NOS AEROPORTOS

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CARTÕES JÁ ESTÃO BARRANDO CLIENTES NAS SALAS VIP — E MOTIVO VIRA PESADELO NOS AEROPORTOS

Durante anos, ter um cartão de crédito premium foi sinônimo de conforto nos aeroportos. Bastava apresentar o cartão, passar pela recepção e entrar em um ambiente reservado, com comida, bebidas, Wi-Fi e poltronas confortáveis antes do voo.

Em 2026, porém, essa imagem de exclusividade começa a parecer coisa do passado.

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O cenário descrito atualmente em alguns aeroportos brasileiros é quase apocalíptico para quem acreditava que um cartão Black ou Infinite significava acesso garantido a uma sala VIP: filas na porta, espaços lotados, passageiros esperando por uma vaga e clientes que, mesmo cumprindo todas as exigências do banco, podem não conseguir sequer entrar imediatamente.

A grande ironia é que, em determinados cartões, o passageiro precisa movimentar R$ 10 mil, R$ 15 mil, R$ 20 mil ou até mais para manter determinadas condições de acesso.

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AETERNUM SUPEROU THE ONE E UNLIMITED

E existe um detalhe que muda completamente a história:

gastar dinheiro pode garantir o direito ao benefício, mas não garante uma cadeira dentro da sala.

O sonho da sala VIP virou uma espécie de sobrevivência

Imagine a cena.

O passageiro chega ao aeroporto horas antes do voo. Está com um cartão premium na carteira, cumpriu a exigência de gastos, possui visitas gratuitas disponíveis e acredita que finalmente poderá descansar.

Ao chegar à sala VIP, encontra uma fila.

Depois de alguns minutos, percebe que a fila não é para o buffet.

É para entrar na sala.

E o problema fica ainda maior quando a recepção informa que o espaço atingiu a capacidade máxima.

Nesse momento, o passageiro pode ser colocado em uma lista de espera ou simplesmente precisar aguardar a saída de outros clientes.

É uma situação que contraria completamente a ideia original de exclusividade.

O cartão pode estar funcionando perfeitamente.

O benefício pode estar ativo.

A visita pode estar disponível.

Mas não existe garantia de espaço físico.

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ACESSANDO UMA SALA VIP

O NOVO MUNDO DAS SALAS VIP: TODO MUNDO É VIP

O crescimento dos cartões premium transformou as salas VIP em uma poderosa ferramenta de fidelização dos bancos.

Quanto mais cartões oferecem acesso, maior é o número potencial de passageiros tentando utilizar os lounges.

O problema é que a quantidade de poltronas não cresce necessariamente na mesma velocidade.

É aí que surge a situação mais contraditória:

se todo mundo tem acesso à sala VIP, o que ainda existe de exclusivo nela?

O passageiro que pagou uma anuidade elevada pode encontrar exatamente o mesmo problema de quem conseguiu o cartão por meio de outra estratégia.

Todos podem ter direito.

Poucos podem ter lugar.

E, em determinados momentos, talvez nem todos consigam entrar.


os cartões mudaram – O NOVO NORMAL

GrupoCartãoEmissorExigência de gastosAcesso / Salas VIP
Salas Mastercard em GRUBradesco Mastercard BlackBradescoR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRUBTG Pactual Mastercard BlackBTG PactualR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRUC6 Bank Black e CarbonC6 BankR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRUPicPay EpicPicPayR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRURecargaPay Titan Mastercard BlackRecargaPayR$ 15 mil no trimestreIlimitado na sala Mastercard Black do T3 GRU + 2 acessos/ano LoungeKey
Salas Mastercard em GRUSisprime Mastercard BlackSisprimeR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRUCredicoamo Mastercard BlackCredicoamoR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRUBanco do Brasil Ourocard Mastercard BlackBanco do BrasilR$ 15 mil no trimestreIlimitado nas Salas Mastercard Black do T3 GRU
Salas Mastercard em GRUSantander Black / Unique / AdvantageSantanderR$ 15 mil no trimestreConforme cartão; inclui acesso às Salas Mastercard Black do T3 GRU
LoungeKey / Dragon PassSofisa Direto Visa InfiniteSofisaR$ 5 mil/mês2 acessos/ano via Dragon Pass
LoungeKey / Dragon PassSantander GOL Smiles Visa InfiniteSantanderR$ 15 mil no trimestre1 acesso/ano via LoungeKey
LoungeKey / Dragon PassSantander UniqueSantanderR$ 15 mil no trimestre2 acessos/ano + sala Mastercard Black GRU na versão Mastercard
LoungeKey / Dragon PassSantander AAdvantage Mastercard BlackSantanderR$ 15 mil no trimestre4 acessos/ano via LoungeKey
LoungeKey / Dragon PassSantander UnlimitedSantanderR$ 30 mil no trimestreilimitado + 8 (+8) acessos convidados /ano via LoungeKey/Dragon Pass
LoungeKey / Dragon PassXP One Visa InfiniteXP InvestimentosR$ 3 mil/mês2 acessos/ano via Dragon Pass
LoungeKey / Dragon PassXP Visa InfiniteXP InvestimentosR$ 3 mil/mês4 acessos/ano via Dragon Pass
LoungeKey / Dragon PassRico Visa InfiniteRico InvestimentosR$ 3 mil/mês2 acessos/ano
LoungeKey / Dragon PassRico Visa Infinite — R$ 50 mil aplicadosRico InvestimentosR$ 3 mil/mês4 acessos/ano
LoungeKey / Dragon PassBRB DuxBRBR$ 5 mil/fatura titular + R$ 3 mil/fatura adicionalIlimitado via LoungeKey, Priority Pass e Dragon Pass
Sem meta divulgadaItaú — cartões elegíveisItaú UnibancoSem meta divulgada para as salas Mastercard Black GRUIlimitado nas salas Mastercard Black do T3 GRU, conforme cartão e regras vigentes
Sem meta divulgadaBradesco — cartões Visa elegíveisBradescoSem meta divulgadaAcesso conforme Visa Infinite Lounge / Visa Airport Companion
Sem meta divulgadaCaixa — cartões elegíveisCaixa Econômica FederalSem meta divulgadaAcesso conforme as regras do cartão
Sem meta divulgadaBanco do Brasil — linhas Visa InfiniteBanco do BrasilSem meta divulgadaAcesso conforme as regras do cartão e da bandeira

SANTANDER AUMENTOU A BARRA PARA OS CARTÕES PREMIUM

Um dos exemplos citados no levantamento é o Santander.

Desde julho de 2026, algumas regras relacionadas à movimentação necessária para determinados benefícios foram alteradas.

No caso do Santander Unlimited, por exemplo, passou a ser considerada uma média mensal de R$ 10 mil em gastos para determinadas condições de acesso.

O cartão oferece acesso ilimitado à LoungeKey e à sala Mastercard Black de Guarulhos na versão Mastercard. Na versão Visa Infinite, o benefício envolve os espaços participantes do Visa Airport Companion.

O titular também possui oito entradas anuais para convidados, conforme as regras aplicáveis.

Já o Santander Unique trabalha com uma exigência equivalente à metade da movimentação considerada para o Unlimited, além de duas visitas anuais por cartão na rede correspondente à bandeira.

Depois disso, há cobrança.

O Santander AAdvantage Black aparece em uma faixa intermediária, com quatro entradas anuais pela LoungeKey e acesso à sala Mastercard de Guarulhos.

O Gol Smiles Santander Infinite também possui regras específicas de acesso, incluindo uma visita anual pelo Visa Airport Companion e acesso às salas próprias da companhia em Guarulhos e no Galeão.

Ou seja, não basta olhar para o nome do cartão.

É necessário conhecer a regra vigente.


O PERIGO: O BENEFÍCIO PODE DESAPARECER NO FECHAMENTO DA FATURA

Existe outro detalhe que torna o cenário ainda mais complicado.

As condições podem ser recalculadas conforme o fechamento das faturas.

Se o cliente não atingir a movimentação necessária, determinadas visitas gratuitas podem ser suspensas.

Em outras palavras, o cartão que funcionou perfeitamente em uma viagem pode apresentar uma situação diferente meses depois.

Os gastos dos cartões adicionais podem entrar na soma do titular, mas existem condições específicas para que os adicionais preservem o benefício.

Clientes do Santander Private Banking possuem regras diferenciadas em relação a essas exigências.

Por isso, a pergunta correta antes de uma viagem não é simplesmente:

“Meu cartão é Black?”

A pergunta deveria ser:

“Meu cartão está elegível para o benefício nesta viagem?”


C6 CARBON TAMBÉM VINCULA O LOUNGE AO GASTO

O C6 Carbon segue uma lógica parecida.

De acordo com as condições apresentadas, o volume de gastos influencia diretamente o acesso a determinados espaços.

Com R$ 15 mil acumulados no crédito em três meses, o cliente pode ter acesso sem limite às salas Mastercard Black do Terminal 3 de Guarulhos.

Com uma média mensal de R$ 20 mil durante três meses, o benefício pode ser ampliado para espaços como o C6 Bank, DragonPass e W Premium, sem limite no mês seguinte, conforme as regras.

Também existe um pacote regular de quatro visitas anuais, compartilhadas entre titular, adicionais e acompanhantes.

Para clientes com mais de R$ 1 milhão investido, existem condições específicas de utilização ilimitada.

A transformação é evidente:

a sala VIP deixou de ser apenas um benefício do cartão e passou a funcionar, em determinados produtos, como uma recompensa por relacionamento financeiro.

Quanto mais dinheiro movimentado ou investido, mais portas podem ser abertas.

Mas existe uma porta que o banco não consegue controlar:

a porta da lotação.


A PARTE MAIS ASSUSTADORA: NEM O CARTÃO GARANTE A ENTRADA

Esse talvez seja o ponto mais importante de todo o cenário.

Mesmo que o cartão tenha acesso autorizado, as salas possuem capacidade física limitada.

Quando chegam ao limite, podem existir mecanismos de controle de entrada.

Nas salas Mastercard de Guarulhos, por exemplo, pode haver sistema de rotatividade quando a capacidade máxima é atingida.

O passageiro informa seus dados e aguarda.

É quase uma versão aeroportuária de uma fila de restaurante lotado.

Só que existe uma diferença brutal:

o restaurante não tem horário de decolagem.


E SE A FILA FIZER VOCÊ PERDER O VOO?

Esse é o verdadeiro pesadelo.

Imagine que o passageiro tenha um voo marcado para 20h.

Ele chega ao aeroporto às 17h.

Às 17h30, decide entrar na sala VIP.

Às 17h40 encontra uma fila.

Às 18h descobre que existe uma lista de espera.

Às 18h20 finalmente consegue entrar.

Às 19h precisa abandonar a sala para procurar o portão.

O benefício que deveria proporcionar tranquilidade começa a produzir exatamente o contrário:

estresse.

O passageiro passa a controlar o relógio em vez de aproveitar o lounge.

E quanto mais distante estiver o portão, maior será a preocupação.

Em aeroportos enormes, sair da sala, passar por eventuais controles e caminhar até o portão pode consumir um tempo considerável.

Portanto, uma fila de 30 ou 40 minutos pode destruir completamente a vantagem de chegar antecipadamente ao aeroporto.


O APLICATIVO SABE QUANTAS VISITAS VOCÊ TEM — MAS NÃO SABE SE HÁ UMA POLTRONA

Esse é outro paradoxo.

Os aplicativos conseguem mostrar informações importantes:

  • salas disponíveis;
  • quantidade de visitas;
  • regras de utilização;
  • horários;
  • condições do benefício.

Mas existe uma informação que normalmente não pode ser garantida antecipadamente:

quantas pessoas estarão dentro da sala quando você chegar.

Você pode abrir o aplicativo e enxergar uma visita gratuita disponível.

Pode ter certeza de que está dentro das regras.

Pode estar com o cartão ativo.

E ainda assim descobrir que precisará esperar.

A tecnologia consegue controlar o benefício.

Não consegue criar poltronas instantaneamente.


A SALA VIP PODE VIRAR UMA “SALA DE ESPERA PREMIUM”

Essa é talvez a maior mudança de conceito.

A promessa original era:

sair do caos do aeroporto e entrar em um ambiente exclusivo.

O cenário de superlotação cria exatamente o contrário:

sair do aeroporto e entrar em outro lugar lotado.

A diferença é que dentro da sala existem alguns benefícios adicionais.

Pode haver comida, bebida, Wi-Fi, tomadas e ambiente climatizado.

Mas, se não houver cadeira disponível, parte significativa da experiência desaparece.

E quando a comida também precisa ser produzida em grande escala para atender a um número cada vez maior de passageiros, a percepção de exclusividade pode diminuir ainda mais.


TER ACESSO É DIFERENTE DE TER EXPERIÊNCIA

Essa distinção precisa ficar clara.

Existem pelo menos três etapas diferentes:

1. Ter um cartão elegível

O cliente possui um produto que oferece algum benefício.

2. Cumprir as condições

Ele precisa atingir determinado gasto, manter o cartão ativo, estar em dia ou atender às regras do programa.

3. Conseguir utilizar o benefício

Mesmo depois de tudo isso, pode existir uma limitação física.

A terceira etapa depende da capacidade da sala.

É justamente aí que muitos passageiros podem se frustrar.


E OS ACOMPANHANTES?

Outro fator que aumenta a pressão sobre os lounges é a presença de acompanhantes.

Dependendo do cartão e da sala, o titular pode levar convidados, gratuitamente ou mediante pagamento.

Nas salas Mastercard de Guarulhos, por exemplo, o material aponta cobrança de R$ 200 por acompanhante em determinadas situações.

Isso significa que um único titular pode representar a entrada de várias pessoas.

Em um espaço limitado, cada grupo adicional aumenta a ocupação.

Por isso, antes de contar com uma sala VIP, é fundamental verificar:

  • se o acompanhante é gratuito;
  • quantos acompanhantes são permitidos;
  • se a visita é descontada;
  • se existe cobrança;
  • se o convidado precisa estar no mesmo voo;
  • quais são as regras específicas daquela sala.

O CARTÃO PREMIUM ESTÁ PERDENDO O SENTIDO?

Ainda não.

Salas VIP continuam sendo um benefício extremamente interessante para quem viaja com frequência.

O problema é acreditar que o cartão, sozinho, transforma a experiência aeroportuária em algo garantidamente confortável.

Não transforma.

O cartão pode abrir a porta.

Mas a lotação pode decidir se você entra.

E, mesmo entrando, ninguém garante que haverá uma poltrona esperando.


COMO EVITAR O “APOCALIPSE” DA SALA VIP

A melhor estratégia é não tratar o lounge como parte garantida da viagem.

Antes de sair de casa, confira:

1. Seu cartão está elegível?

Verifique se atingiu a movimentação necessária no período considerado.

2. Quantas visitas você ainda possui?

Não presuma que o benefício é ilimitado.

3. Qual sala você realmente poderá utilizar?

Nem todas as salas aceitam todos os programas.

4. Há cobrança para acompanhantes?

Confira antes de levar familiares ou amigos.

5. Qual é a localização da sala?

Uma sala distante do seu portão pode ser pouco útil.

6. Quanto tempo falta para o embarque?

Não fique preso ao lounge quando deveria estar se dirigindo ao portão.

7. Existe fila?

Se houver uma fila enorme, talvez seja melhor seguir viagem.


O FUTURO PODE SER AINDA MAIS LOTADO

O cenário descrito revela um problema estrutural.

Os bancos utilizam salas VIP para atrair clientes de alta renda e estimular gastos.

Os cartões utilizam lounges como diferencial competitivo.

As bandeiras oferecem redes cada vez maiores.

E os passageiros querem aproveitar o benefício.

O resultado é uma equação simples:

mais cartões + mais acessos + espaços limitados = maior risco de lotação.

E existe uma ironia difícil de ignorar:

quanto mais popular fica o benefício criado para oferecer exclusividade, menos exclusiva pode se tornar a experiência.

O cartão premium continuará sendo útil.

Mas o passageiro inteligente precisa mudar sua expectativa.

A sala VIP não deve mais ser tratada como uma promessa de poltrona garantida.

Ela é um benefício condicionado à elegibilidade, às regras da rede e, principalmente, à capacidade física do espaço.

No fim das contas, o verdadeiro luxo talvez seja outro:

chegar ao aeroporto sabendo que, mesmo se a sala estiver lotada, sua viagem não vai depender dela.

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    Hugo Reis é engenheiro de formação, com pós-graduação em Finanças e Marketing, e atua há mais de 10 anos na produção de conteúdo digital e jornalismo colaborativo na internet.

    Ao longo de sua trajetória, especializou-se no universo das milhas aéreas, cartões de crédito, programas de fidelidade, salas VIP, contas globais e viagens internacionais, acompanhando diariamente as mudanças do mercado financeiro e da indústria de aviação para transformar informações complexas em conteúdo acessível e estratégico para o consumidor.

    É fundador e criador do Viagem Black, plataforma dedicada a ajudar viajantes a acumular mais pontos, emitir passagens com milhas, escolher os melhores cartões de crédito e aproveitar oportunidades para viajar pagando menos, sempre com análises independentes, comparativos detalhados e foco na educação financeira aplicada ao turismo.

    Além do Viagem Black, Hugo possui ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, SEO e análise de produtos financeiros, desenvolvendo artigos, guias e estudos voltados para cartões premium, programas de fidelidade, bancos digitais, investimentos e estratégias de otimização de gastos.

    Seu objetivo é democratizar o acesso às informações sobre o mercado de viagens e fidelidade, mostrando que, com planejamento e conhecimento, é possível viajar mais, melhor e gastando muito menos.

Hugo Reis é engenheiro de formação, com pós-graduação em Finanças e Marketing, e atua há mais de 10 anos na produção de conteúdo digital e jornalismo colaborativo na internet.Ao longo de sua trajetória, especializou-se no universo das milhas aéreas, cartões de crédito, programas de fidelidade, salas VIP, contas globais e viagens internacionais, acompanhando diariamente as mudanças do mercado financeiro e da indústria de aviação para transformar informações complexas em conteúdo acessível e estratégico para o consumidor.É fundador e criador do Viagem Black, plataforma dedicada a ajudar viajantes a acumular mais pontos, emitir passagens com milhas, escolher os melhores cartões de crédito e aproveitar oportunidades para viajar pagando menos, sempre com análises independentes, comparativos detalhados e foco na educação financeira aplicada ao turismo.Além do Viagem Black, Hugo possui ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, SEO e análise de produtos financeiros, desenvolvendo artigos, guias e estudos voltados para cartões premium, programas de fidelidade, bancos digitais, investimentos e estratégias de otimização de gastos.Seu objetivo é democratizar o acesso às informações sobre o mercado de viagens e fidelidade, mostrando que, com planejamento e conhecimento, é possível viajar mais, melhor e gastando muito menos.

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