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Visa amplia pagamentos com stablecoins

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Visa amplia pagamentos com stablecoins e movimentação já supera US$ 20 bilhões por ano

Empresa leva tecnologia para operações comerciais do Visa Direct, permitindo que negócios elegíveis utilizem USDC para financiar pagamentos internacionais 24 horas por dia.

A Visa está avançando na integração das criptomoedas à infraestrutura tradicional de pagamentos. Em 15 de outubro de 2026, a companhia anunciou que os recursos de stablecoins do Visa Direct passaram da fase de testes para a operação comercial, em parceria com a Inyo Global.

A novidade permite que empresas e parceiros elegíveis utilizem a stablecoin USDC para financiar transferências internacionais. Segundo a publicação da Cointribune, o volume de pagamentos com stablecoins associado à Visa já ultrapassa US$ 20 bilhões em ritmo anualizado, sinalizando o crescimento dessa tecnologia no setor financeiro. <Cite refs={[“turn852436view0″,”turn852436search2”]}/>

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Visa Direct passa dos testes para a operação comercial

A Inyo Global tornou-se a primeira processadora a colocar em produção o sistema de pré-financiamento com stablecoins do Visa Direct.

A empresa oferece infraestrutura de pagamentos para fintechs, bancos e companhias de transferência de dinheiro, com uma rede que alcança mais de 180 países, segundo a Cointribune. <Cite refs={[“turn852436view0”]}/>

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O modelo procura resolver um problema comum nas transferências internacionais: a necessidade de manter dinheiro antecipadamente em diferentes contas bancárias para garantir que os pagamentos sejam processados.

Esse sistema tradicional pode exigir que empresas imobilizem recursos em várias localidades e enfrentem atrasos relacionados ao horário de funcionamento dos bancos, feriados e fins de semana.

Com o uso de stablecoins, o financiamento pode ocorrer 24 horas por dia, permitindo maior flexibilidade na movimentação de recursos.

O que é o USDC e como funciona nesse modelo?

O USDC é uma stablecoin projetada para manter paridade com o dólar americano. Diferentemente de criptomoedas como o Bitcoin, que podem apresentar grandes oscilações de preço, as stablecoins buscam acompanhar o valor de uma moeda tradicional.

Na nova estrutura do Visa Direct, o USDC funciona principalmente como instrumento de financiamento e movimentação dos recursos entre participantes da operação.

Isso não significa que o destinatário necessariamente receberá criptomoedas. A infraestrutura continua permitindo que o pagamento seja convertido e entregue em moeda local, conforme as condições da transferência.

Na prática, a tecnologia pode funcionar nos bastidores, sem exigir que o beneficiário utilize diretamente uma carteira de criptomoedas. <Cite refs={[“turn852436view0″,”turn852436search2”]}/>

Volume anualizado supera US$ 20 bilhões

O crescimento dos pagamentos com stablecoins ajuda a explicar por que a Visa está ampliando sua atuação nesse mercado.

De acordo com a Cointribune, o volume anualizado havia alcançado aproximadamente US$ 7 bilhões em abril de 2026 e posteriormente ultrapassou US$ 20 bilhões. A publicação também destaca o crescimento dos programas de cartões vinculados a stablecoins. <Cite refs={[“turn852436view0”]}/>

Em comunicado publicado em 1º de outubro, a própria Visa informou que:

  • Mantinha mais de 160 programas de cartões vinculados a stablecoins.
  • O volume de pagamentos nesses programas havia crescido quase 200% em relação ao ano anterior.
  • Cerca de 17% do volume de cartões vinculados a stablecoins no ano fiscal de 2026, até aquele momento, vinha de programas empresariais e comerciais. <Cite refs={[“turn852436search1″,”turn852436search4”]}/>

Esses números indicam que o uso da tecnologia não está restrito a investidores e plataformas de negociação de criptomoedas. Empresas também estão explorando sua aplicação em pagamentos, gestão de caixa e transferências internacionais.

Visa não pretende substituir os bancos pelas stablecoins

Apesar da expansão, a iniciativa não representa o abandono dos meios tradicionais de pagamento.

A estratégia da Visa é combinar diferentes tecnologias para movimentar dinheiro de forma mais eficiente. As stablecoins podem ser utilizadas quando ajudam a reduzir atrasos ou a necessidade de manter recursos antecipadamente em contas bancárias.

O Visa Direct continua conectando cartões, contas bancárias, carteiras digitais e moedas locais. Nesse modelo, a tecnologia blockchain funciona como uma camada adicional de infraestrutura, em vez de substituir completamente o sistema financeiro existente. <Cite refs={[“turn852436view0″,”turn852436search2”]}/>

Essa abordagem também permite que a companhia explore novos usos para ativos digitais sem exigir uma mudança completa na experiência de pagamento dos consumidores.

O que muda para empresas e consumidores?

No primeiro momento, o anúncio está voltado principalmente a empresas e parceiros elegíveis, e não representa a liberação automática de pagamentos em USDC para todos os titulares de cartões Visa.

Para as empresas, a possibilidade de financiar operações internacionais durante todo o dia pode facilitar a gestão de liquidez e reduzir a dependência dos horários bancários tradicionais.

Para os consumidores, os efeitos podem aparecer indiretamente, por meio de transferências potencialmente mais ágeis e de melhorias na infraestrutura utilizada por fintechs e instituições financeiras.

Entretanto, a disponibilidade depende dos participantes, dos países atendidos e das condições de cada operação. O anúncio não garante que todas as transferências serão instantâneas ou mais baratas.

O avanço das stablecoins no sistema financeiro

A entrada do pré-financiamento com USDC em operação comercial representa mais um passo na aproximação entre o mercado de criptoativos e os serviços financeiros tradicionais.

Ao integrar stablecoins ao Visa Direct, a Visa amplia as possibilidades de movimentação internacional de recursos sem exigir que o destinatário final necessariamente receba criptomoedas.

O crescimento dos volumes e dos programas empresariais sugere que as stablecoins estão ganhando espaço como infraestrutura financeira. O próximo desafio será ampliar a utilização prática dessa tecnologia, mantendo eficiência, segurança, conformidade regulatória e acesso aos sistemas tradicionais de pagamento.

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Tags: Visa, stablecoins, USDC, Visa Direct, criptomoedas, pagamentos internacionais, blockchain, Inyo Global, fintechs, transferência internacional, mercado cripto, tecnologia financeira

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  • 5b05920a90e3c2f827f8db2b3b07acb1 Visa amplia pagamentos com stablecoins Cartões e Bancos Destaque Visa Infinite VISA PRIVILEGE

    Hugo Reis é engenheiro de formação, com pós-graduação em Finanças e Marketing, e atua há mais de 10 anos na produção de conteúdo digital e jornalismo colaborativo na internet.

    Ao longo de sua trajetória, especializou-se no universo das milhas aéreas, cartões de crédito, programas de fidelidade, salas VIP, contas globais e viagens internacionais, acompanhando diariamente as mudanças do mercado financeiro e da indústria de aviação para transformar informações complexas em conteúdo acessível e estratégico para o consumidor.

    É fundador e criador do Viagem Black, plataforma dedicada a ajudar viajantes a acumular mais pontos, emitir passagens com milhas, escolher os melhores cartões de crédito e aproveitar oportunidades para viajar pagando menos, sempre com análises independentes, comparativos detalhados e foco na educação financeira aplicada ao turismo.

    Além do Viagem Black, Hugo possui ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, SEO e análise de produtos financeiros, desenvolvendo artigos, guias e estudos voltados para cartões premium, programas de fidelidade, bancos digitais, investimentos e estratégias de otimização de gastos.

    Seu objetivo é democratizar o acesso às informações sobre o mercado de viagens e fidelidade, mostrando que, com planejamento e conhecimento, é possível viajar mais, melhor e gastando muito menos.

Hugo Reis é engenheiro de formação, com pós-graduação em Finanças e Marketing, e atua há mais de 10 anos na produção de conteúdo digital e jornalismo colaborativo na internet.Ao longo de sua trajetória, especializou-se no universo das milhas aéreas, cartões de crédito, programas de fidelidade, salas VIP, contas globais e viagens internacionais, acompanhando diariamente as mudanças do mercado financeiro e da indústria de aviação para transformar informações complexas em conteúdo acessível e estratégico para o consumidor.É fundador e criador do Viagem Black, plataforma dedicada a ajudar viajantes a acumular mais pontos, emitir passagens com milhas, escolher os melhores cartões de crédito e aproveitar oportunidades para viajar pagando menos, sempre com análises independentes, comparativos detalhados e foco na educação financeira aplicada ao turismo.Além do Viagem Black, Hugo possui ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, SEO e análise de produtos financeiros, desenvolvendo artigos, guias e estudos voltados para cartões premium, programas de fidelidade, bancos digitais, investimentos e estratégias de otimização de gastos.Seu objetivo é democratizar o acesso às informações sobre o mercado de viagens e fidelidade, mostrando que, com planejamento e conhecimento, é possível viajar mais, melhor e gastando muito menos.

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