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Salas VIP em 2026: bancos restringem acessos, aumentam exigências de gastos e limitam benefícios de cartões Black e Infinite

fim do acesso a sala vip

Itaú, BTG Pactual, C6 Bank, Inter, Nubank Ultravioleta, Santander e BRB estão mudando as regras. Ter um cartão premium já não garante acesso irrestrito às salas VIP, restaurantes e experiências aeroportuárias.

O mercado de cartões de crédito premium atravessa uma transformação significativa em 2026. O acesso às salas VIP, historicamente um dos principais atrativos dos cartões Mastercard Black e Visa Infinite, está passando por uma série de mudanças que afetam diretamente os viajantes.

Os bancos estão adotando novas exigências de gastos, limitando franquias, modificando programas de acesso e criando sistemas próprios de validação por aplicativos. Em paralelo, benefícios que antes eram encontrados nas plataformas LoungeKey, Priority Pass e DragonPass estão sendo restringidos conforme o emissor do cartão.

O resultado é um cenário em que o consumidor precisa prestar mais atenção às regras do próprio cartão, ao programa utilizado e ao tipo de estabelecimento que pretende visitar.

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Acabou! Itaú Personnalité TIRA salas VIP do Mastercard Black e Visa Infinite

Entre as mudanças mais relevantes estão a restrição de acesso à sala Pedra Preta do Itaú, a migração do BTG Pactual para DragonPass, as limitações do Priority Pass oferecido pelo Inter e as novas exigências de gastos do Santander e BRB.

Itaú: acesso pelo aplicativo, restrições na Pedra Preta e mudanças no The One

O Itaú está entre os bancos que mais movimentaram o mercado de salas VIP em 2026.

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Sala Pedra Preta passa a exigir nível específico no Minhas Vantagens

A partir de 9 de novembro de 2026, o acesso à sala Pedra Preta, localizada no Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, passa a depender do nível do cliente no programa Minhas Vantagens.

A nova regra estabelece:

Cliente PersonnalitéAcesso à Pedra Preta
Níveis 1 a 4Não elegível
Nível 5Elegível
Nível 6Elegível

A mudança representa uma alteração importante na estratégia do banco. Anteriormente, clientes que possuíam determinados cartões premium, como The One e World Legend, podiam acessar a sala independentemente do nível no programa de relacionamento.

Agora, o cartão deixa de ser suficiente para garantir o benefício.

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The One terá exigência de gastos para manter LoungeKey ilimitado

Outra mudança anunciada para janeiro de 2027 envolve o Itaú Personnalité The One Mastercard Black.

Fatura mensalPontuação nacionalPontuação internacionalLoungeKey
R$ 4 mil ou mais3 pontos/US$3,5 pontos/US$Ilimitado
Abaixo de R$ 4 mil2 pontos/US$3 pontos/US$2 acessos/ano

Os acessos limitados serão compartilhados entre titular e cartões adicionais.

Além disso, somente o titular poderá levar convidados, com uma franquia de até 12 convidados por ano.

O gerenciamento dos acessos também será realizado pelo aplicativo Personnalité, utilizando QR Code.

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The Essential: QR Code obrigatório

O Itaú também implementou uma mudança operacional no cartão The Essential.

Desde 30 de setembro de 2026, o acesso às salas LoungeKey passou a ser realizado exclusivamente por QR Code gerado pelo aplicativo Itaú Personnalité.

O procedimento envolve:

  1. Acessar o aplicativo Personnalité.
  2. Entrar na área do cartão The Essential.
  3. Selecionar benefícios de viagens e salas VIP.
  4. Pesquisar a sala desejada.
  5. Gerar o QR Code para acesso.

O titular também precisa administrar os acessos dos convidados, que consomem a franquia disponível.

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BTG Pactual: DragonPass substitui LoungeKey, mas restaurantes ficam de fora

O BTG Pactual realizou uma mudança importante nos programas de acesso às salas VIP.

Em junho de 2026, cartões selecionados passaram a utilizar o DragonPass no lugar do LoungeKey.

A alteração envolve cartões como:

  • BTG Black;
  • BTG Ultrablue;
  • BTG TAP Miles&Go Mastercard Black.

Segundo as informações divulgadas, a quantidade de acessos gratuitos não foi alterada, mas o controle continua sendo realizado diretamente pelo aplicativo do BTG.

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O problema: DragonPass não significa acesso completo ao programa

Uma das restrições mais importantes envolve os restaurantes conveniados.

O BTG confirmou que o benefício DragonPass oferecido aos clientes está limitado às salas VIP, sem incluir os restaurantes parceiros do programa.

Isso significa que o cliente não pode presumir que todos os estabelecimentos apresentados na plataforma DragonPass estarão disponíveis gratuitamente com seu cartão.

O mesmo cuidado vale para experiências aeroportuárias que não sejam lounges tradicionais.

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C6 Bank: DragonPass pelo aplicativo e franquias diferentes por cartão

O C6 Bank utiliza o DragonPass como plataforma de acesso às salas VIP para cartões elegíveis, com emissão de QR Code diretamente no aplicativo.

O procedimento é simples:

  1. Acessar Cartões no aplicativo C6.
  2. Entrar na opção Todos.
  3. Selecionar Acesso Sala VIP.
  4. Escolher Exibir QR Code DragonPass.
  5. Apresentar o código e o cartão de embarque.

Também é possível gerar códigos para convidados, respeitando as franquias disponíveis.

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C6 Carbon: quatro acessos gratuitos

O C6 Carbon oferece quatro acessos anuais gratuitos às salas elegíveis do DragonPass, Espaço C6 Bank e W Premium, compartilhados entre titular e convidados.

A partir do quinto acesso, pode haver cobrança de R$ 200 por visita.

Para clientes com média de R$ 20 mil em gastos no crédito nos três meses anteriores, o banco informa a possibilidade de acessos ilimitados no mês seguinte, conforme as regras aplicáveis.

Clientes Carbon com mais de R$ 1 milhão investidos possuem condições diferenciadas, incluindo acessos ilimitados em determinados espaços.

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C6 Graphene: benefícios diferenciados

O Graphene mantém uma estrutura mais ampla de acessos, incluindo DragonPass ilimitado e outros benefícios em salas elegíveis.

É importante destacar que as condições variam conforme o estabelecimento. A regra para uma sala DragonPass pode não ser a mesma aplicada a uma sala Mastercard Black ou a um espaço W Premium.

Inter: Priority Pass deixa de oferecer restaurantes e experiências

O Banco Inter também modificou as condições do benefício Priority Pass.

Desde setembro de 2026, clientes elegíveis continuam podendo acessar salas VIP, mas restaurantes, serviços de bem-estar e outras experiências deixam de fazer parte do benefício oferecido pelo banco.

Na prática, o Priority Pass disponibilizado pelo Inter passa a ser mais restrito ao acesso tradicional aos lounges.

Como ficam os acessos?

SegmentoBenefício
Inter Black, fora Prime e Win6 acessos anuais
Inter PrimeConforme elegibilidade do cartão e segmento
Inter WinAcessos ilimitados às salas elegíveis
Salas próprias InterRegras específicas por segmento

O acesso é realizado por QR Code no Super App Inter.

O banco também exige cartão ativo, compras online habilitadas e limite disponível para validação.

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Uma diferença importante

O Priority Pass possui uma rede que vai além das salas VIP.

Em determinados aeroportos, a plataforma apresenta restaurantes, tratamentos de beleza, serviços de bem-estar e outras experiências.

Entretanto, o cliente Inter não deve presumir que esses serviços estejam incluídos na franquia oferecida pelo banco.

A instituição passou a destacar expressamente que outras experiências não estão contempladas no benefício.

Nubank Ultravioleta: lounge próprio e Priority Pass com franquia limitada

O Nubank Ultravioleta possui uma estrutura diferente de vários concorrentes.

O cartão oferece:

  • Acesso gratuito e ilimitado ao Nubank Ultravioleta Lounge, em Guarulhos;
  • Quatro visitas anuais ao Priority Pass;
  • Acesso à sala Mastercard Black em Guarulhos, conforme as regras aplicáveis.

O Priority Pass do Ultravioleta é acessado diretamente pelo aplicativo do Nubank, mediante QR Code.

O benefício é exclusivo do titular, mas permite acompanhante, descontando cada visita da franquia total.

Após o limite gratuito, os acessos adicionais podem ser cobrados a US$ 35 por visitante.

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O cuidado com a franquia

O Ultravioleta oferece uma experiência interessante por combinar lounge próprio e Priority Pass.

Entretanto, os quatro acessos anuais não devem ser confundidos com visitas ilimitadas à rede internacional.

Também é importante verificar quais estabelecimentos estão disponíveis na associação oferecida pelo banco e quais serviços estão efetivamente incluídos.

Santander: gastos trimestrais passam a determinar a elegibilidade

O Santander implementou novos critérios de gastos para liberar acessos gratuitos às salas VIP a partir de julho de 2026.

A exigência passou a ser individualizada por produto.

CartãoGastos exigidos nas últimas 3 faturas
Santander UnlimitedR$ 30 mil
Santander UniqueR$ 15 mil
Santander AAdvantage BlackR$ 15 mil
Santander GOL Smiles InfiniteR$ 15 mil

O cliente precisa estar com o cartão ativo, adimplente e cumprir a exigência de gastos correspondente.

Caso não atinja o valor necessário, os acessos gratuitos ficam suspensos.

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A mudança reforça uma tendência: não basta possuir um cartão premium. O banco passa a avaliar o comportamento de gastos do cliente para liberar os benefícios.

BRB: DUX e cartões Black também enfrentam novas exigências

O BRB aumentou os critérios de gastos para acesso gratuito às salas VIP em junho de 2026.

A nova regra passou a considerar a média de gastos dos últimos três meses.

CartãoExigência anteriorNova exigência
BRB Mastercard BlackR$ 5 mil no mês anteriorMédia de R$ 5 mil/mês nos últimos 3 meses
BRB Visa InfiniteR$ 5 mil no mês anteriorMédia de R$ 5 mil/mês nos últimos 3 meses
BRB DUX Visa InfiniteR$ 5 mil no mês anteriorMédia de R$ 10 mil/mês nos últimos 3 meses

No caso do DUX, a exigência passou a representar R$ 30 mil acumulados no trimestre.

A alteração torna mais difícil manter o acesso gratuito para clientes que não concentram gastos regularmente no cartão.

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Bluma: serviços de beleza podem consumir um acesso de sala VIP

Outro detalhe que merece atenção é a Bluma, rede de beleza e bem-estar presente em aeroportos brasileiros.

A Bluma não é uma sala VIP. Ela oferece experiências como:

  • Manicure;
  • Pedicure;
  • Massagens;
  • Spa dos pés;
  • Serviços de cabelo;
  • Tratamentos de beleza.

Algumas unidades estão disponíveis em plataformas como Priority Pass e LoungeKey/Mastercard Airport Experiences.

Em determinadas condições, um tratamento pode consumir um acesso do programa, sem permitir acompanhante e sem incluir alimentação ou permanência em uma sala VIP.

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Por que isso importa?

Imagine um cartão com apenas quatro acessos anuais.

Se o cliente utilizar uma visita em um serviço de beleza, poderá ficar com três acessos restantes para salas VIP.

A experiência pode ser interessante, mas é necessário avaliar o custo de oportunidade.

O mesmo raciocínio vale para restaurantes, espaços de descanso, jogos e outras experiências aeroportuárias.

O problema dos aplicativos: acesso ao programa não significa acesso a tudo

Uma das maiores confusões do mercado de cartões premium está na interpretação dos aplicativos.

O cliente pode encontrar um estabelecimento no aplicativo LoungeKey, Priority Pass ou DragonPass e concluir que seu cartão oferece acesso gratuito.

Isso nem sempre é verdade.

Existem três situações distintas:

SituaçãoO que significa
Estabelecimento aparece no aplicativoExiste uma experiência cadastrada na plataforma
Cartão oferece acesso ao programaO cliente possui uma associação elegível
Banco restringe o benefícioApenas determinados estabelecimentos ou serviços podem ser utilizados

O BTG, por exemplo, restringe o DragonPass aos lounges.

O Inter excluiu restaurantes e experiências do Priority Pass.

O Nubank oferece uma franquia específica de visitas ao Priority Pass.

Portanto, a presença de um estabelecimento no aplicativo não garante que o cartão ofereça acesso gratuito.

O que está acontecendo com as salas VIP no Brasil?

Além das mudanças nos cartões, o próprio mercado aeroportuário está passando por transformações.

Novas salas próprias de bancos estão sendo inauguradas, enquanto outras experiências deixam de existir ou passam por alterações.

Entre os movimentos recentes estão:

  • Expansão das salas próprias de instituições financeiras;
  • Criação de lounges exclusivos para clientes de alta renda;
  • Restrições de acesso baseadas em relacionamento bancário;
  • Regras específicas para convidados;
  • Limitação de visitas gratuitas;
  • Exigências trimestrais de gastos;
  • Mudanças nos programas utilizados pelos cartões;
  • Exclusão de restaurantes e experiências;
  • Maior controle de acesso por QR Code.
  • Fim de salas VIP, como a do Banco Inter

O resultado é um mercado cada vez mais segmentado.

Como se preparar para as novas regras de salas VIP?

Diante desse cenário, o viajante precisa adotar uma estratégia diferente.

1. Não dependa de um único cartão

Ter apenas um cartão com acesso ilimitado pode ser arriscado.

O banco pode alterar as regras, exigir gastos mínimos ou restringir a elegibilidade.

2. Confira a sala antes da viagem

Não basta verificar se o cartão possui LoungeKey, Priority Pass ou DragonPass.

É necessário conferir:

  • Se a sala aceita o programa;
  • Se o acesso é gratuito;
  • Se existe franquia disponível;
  • Se o estabelecimento está aberto;
  • Se o benefício inclui convidados;
  • Se o acesso depende de gastos;
  • Se é necessário QR Code.

3. Não confunda restaurantes com salas VIP

Restaurantes, massagens e experiências podem consumir visitas da franquia.

Em cartões com poucos acessos, utilizar uma experiência alternativa pode comprometer uma futura entrada em lounge.

4. Acompanhe os gastos exigidos

Santander, BRB e Itaú já demonstraram que os gastos podem determinar a manutenção dos benefícios.

O ideal é acompanhar o fechamento das faturas e entender quais compras são consideradas elegíveis.

5. Tenha alternativas

Uma boa estratégia envolve combinar:

  • Cartões com acessos gratuitos;
  • Salas próprias de bancos;
  • Benefícios de companhias aéreas;
  • Programas de fidelidade;
  • Salas pagas quando necessário; Ex. Nível 5 Uniclass
  • Benefícios de relacionamento bancário.
  • Cartões sem programas definidos mas ‘ilimitados’ ex: TPC
  • Salas próprias das Bandeiras
  • Corra para as montanhas: Bancos com mais resiliência

Conclusão: o cartão Black já não garante uma experiência Black

O mercado de salas VIP está mudando rapidamente.

O que antes era um benefício relativamente simples, associado à categoria do cartão, agora depende de uma combinação de fatores: gastos, investimentos, relacionamento, franquias, aplicativos e regras específicas dos bancos.

Itaú, BTG Pactual, C6 Bank, Inter, Nubank, Santander e BRB mostram que o setor está caminhando para um modelo mais seletivo.

Para o consumidor, a mensagem é clara: não basta ter um cartão premium. É necessário conhecer profundamente as regras e saber como utilizar cada benefício.

A estratégia de cartões, milhas e viagens precisa acompanhar essas mudanças para evitar surpresas desagradáveis no aeroporto.

Tags:

Salas VIP, cartões Black, Visa Infinite, LoungeKey, Priority Pass, DragonPass, Itaú Personnalité, BTG Pactual, C6 Bank, Inter, Nubank Ultravioleta, Santander Unlimited, BRB DUX, Bluma, salas VIP 2026, cartões de crédito, Viagem Black

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  • 5b05920a90e3c2f827f8db2b3b07acb1 Salas VIP em 2026: bancos restringem acessos, aumentam exigências de gastos e limitam benefícios de cartões Black e Infinite Cartões e Bancos CURSOS Destaque SALAS VIP

    Hugo Reis é engenheiro de formação, com pós-graduação em Finanças e Marketing, e atua há mais de 10 anos na produção de conteúdo digital e jornalismo colaborativo na internet.

    Ao longo de sua trajetória, especializou-se no universo das milhas aéreas, cartões de crédito, programas de fidelidade, salas VIP, contas globais e viagens internacionais, acompanhando diariamente as mudanças do mercado financeiro e da indústria de aviação para transformar informações complexas em conteúdo acessível e estratégico para o consumidor.

    É fundador e criador do Viagem Black, plataforma dedicada a ajudar viajantes a acumular mais pontos, emitir passagens com milhas, escolher os melhores cartões de crédito e aproveitar oportunidades para viajar pagando menos, sempre com análises independentes, comparativos detalhados e foco na educação financeira aplicada ao turismo.

    Além do Viagem Black, Hugo possui ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, SEO e análise de produtos financeiros, desenvolvendo artigos, guias e estudos voltados para cartões premium, programas de fidelidade, bancos digitais, investimentos e estratégias de otimização de gastos.

    Seu objetivo é democratizar o acesso às informações sobre o mercado de viagens e fidelidade, mostrando que, com planejamento e conhecimento, é possível viajar mais, melhor e gastando muito menos.

Hugo Reis é engenheiro de formação, com pós-graduação em Finanças e Marketing, e atua há mais de 10 anos na produção de conteúdo digital e jornalismo colaborativo na internet.Ao longo de sua trajetória, especializou-se no universo das milhas aéreas, cartões de crédito, programas de fidelidade, salas VIP, contas globais e viagens internacionais, acompanhando diariamente as mudanças do mercado financeiro e da indústria de aviação para transformar informações complexas em conteúdo acessível e estratégico para o consumidor.É fundador e criador do Viagem Black, plataforma dedicada a ajudar viajantes a acumular mais pontos, emitir passagens com milhas, escolher os melhores cartões de crédito e aproveitar oportunidades para viajar pagando menos, sempre com análises independentes, comparativos detalhados e foco na educação financeira aplicada ao turismo.Além do Viagem Black, Hugo possui ampla experiência em jornalismo digital, produção de conteúdo, SEO e análise de produtos financeiros, desenvolvendo artigos, guias e estudos voltados para cartões premium, programas de fidelidade, bancos digitais, investimentos e estratégias de otimização de gastos.Seu objetivo é democratizar o acesso às informações sobre o mercado de viagens e fidelidade, mostrando que, com planejamento e conhecimento, é possível viajar mais, melhor e gastando muito menos.

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